“O núcleo mais vivo e fundamental da minha teologia se move sempre entre dois polos: ‘repensar’ os conceitos da teologia, a partir do reconhecimento da autonomia das criaturas, e ‘recuperar’ a experiência original, tornando patente a sua relação constitutiva com Deus. A ‘reformulação’ é uma consequência”.Para o teólogo, “notificado” pela Comissão para a Doutrina da Fé da Conferência Episcopal Espanhola, a fraternidade cristã é muito mais profunda e poderosa do que as discrepâncias teológicas internas.
Confira no site do IHU-UNISINOS a íntegra de entrevista concedida por Andrés Torres Queiruga: ”Eu pedi o diálogo”. Entrevista com Andrés Torres Queiruga
