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Brasil Carinhoso reduziu em 40% pobreza extrema entre crianças de até 6 anos

Dilma Rousseff durante apresentação do programa Brasil Carinhoso. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

Em quase seis meses de existência, o programa federal Brasil Carinhoso reduziu de forma imediata em 40% a pobreza extrema em famílias com crianças entre 0 e 6 anos de idade, segundo dados de outubro do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

O programa, que integra o Brasil Sem Miséria, foi lançado em maio com o objetivo de superar a miséria em todas as famílias com crianças nesta faixa etária, além de ampliar acesso a creche, pré-escola e saúde. Para isso, assegura ao menos 70 reais por pessoa em residências com esse perfil.

De acordo com o MDS, antes de o Brasil Carinhoso começar a realizar suas transferências, em junho, havia 13,3% de crianças entre 0 e 6 anos extremamente pobres. Uma porcentagem que caiu para 5% em outubro.

Ao todo, 2,8 milhões de crianças com o perfil da ação foram beneficiadas, reduzindo a miséria em 62% nesta faixa atária. O Nordeste foi a região com a maior queda (73%), seguida pelo Norte (52%), Sul (50%), Sudeste (46%) e Centro-Oeste (45%).

O programa também focou esforços na área da saúde com medicamentos e serviços voltados a crinças nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), como a  distribuição de 2,2 milhões de frascos de sulfato ferroso, suplementos de vitamina A e retirada gratuita de medicamentos para asma na rede Farmácia Popular.

Para aumentar as vagas em creches e pré-escolas, o programa amplia a oferta de recursos federais à disposição das prefeituras com repasse adicional de até 1,3 mil reais por aluno para crianças beneficiadas pelo bolsa família, com 930 municípios inscritos para atender 123 mil crianças.

Brasil registra avanços no combate à fome; programas sociais são referência internacional

Por Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil

Os números de pessoas que passam fome ou sofrem de desnutrição no Brasil, em Angola (África) e em Moçambique (África), países de língua portuguesa, caíram no período de 1990 a 2012. A conclusão está no relatório Estado da Insegurança Alimentar no Mundo 2012 (cuja sigla em inglês é Sofi), divulgado nesta terça-feira (9), em Roma, na Itália.

Pelos dados do relatório, o Brasil conseguiu reduzir de 14,9%, no período de 1990 a 1992, para 6,9%, nos anos de 2010 a 2012, o percentual de subnutridos. No país, cerca de 13 milhões de pessoas passam fome ou sofrem com desnutrição. Os programas sociais desenvolvidos pelo governo brasileiro em parceria com os governos estaduais e municipais, além da iniciativa privada, foram elogiados no documento.

O Programa Bolsa Família é uma referência, segundo o relatório. Para os especialistas, o Bolsa Família é um instrumento positivo para promover a capacitação econômica das comunidades. Há elogios também ao sistema adotado pela prefeitura de Belo Horizonte (Minas Gerais) de combate à fome na periferia da cidade.

Em Angola, houve registros de melhora. Os percentuais caíram de 63,9%, de 1990 a 1992, para 27,4%, de 2010 a 2012. Cerca de 5 milhões de pessoas são consideradas subnutridas ou passam fome no país. Mas em Moçambique os resultados são considerados pouco positivos, pois a queda foi menor – de 57,1%, de 1990 a 1992, para 39,2%, de 2010 a 2012.

No período de 1990 a 2012, África é o único continente que registrou aumento no número de pessoas que passam fome ou sofrem com a desnutrição. O relatório diz que há aproximadamente 239 milhões lá. A América Latina e o Caribe registraram progressos, reduzindo o número de pessoas com fome de 65 milhões para 49 milhões, no período de 1990 a 2012.

Mundos paralelos…

Parece que a autoproclamada “Grande Imprensa” perdeu de vez o senso de realidade… Enquanto televisão, rádios e jornais continuam preocupados com o “julgamento do século” da Ação Penal 470, a grande maioria da população que está interessada em suas reais condições de vida, continua aprovando cada vez mais e melhor o governo Dilma e, se necessário for, disposta mais do que nunca a reeleger Lula.
A matéria abaixo é do Jornal Folha de Sao Paulo, o mais representativo da autoproclamada “grande imprensa” e um órgão insuspeito de petismo.

Folha de S.Paulo – Poder – Aprovação do governo Dilma cresce e chega 56,6%, diz CNT/Sensus – 03/08/2012.

Dados que falam por si mesmos.

Dilma Rousseff teve aprovação recorde na segunda pesquisa Ibope de 2012 . Foto: Forbes/Reprodução

Hoje, no final da manhã, sobrei cinco minutinhos para dar uma rápida olhadinha na internet. Um rápido giro por alguns sites de notícias e duas informações que saltavam aos olhos. A primeira, a divulgação pelo IBGE dos dados do Censo 2010 relativo à pertença religiosa dos brasileiros. Segundo o Censo, o número de católicos caiu quase 7% no Rio Grande do Sul na última década. O dos evangélicos – Assembléia de Deus à frente – subiu quase 4 %. No Brasil, os número foram ainda mais significativos: em todo o país, os católicos passaram de 73,6% em 2000 para 64,6% em 2010 – queda de 9%. Os evangélicos, por sua vez, foram o segmento religioso que mais cresceu no Brasil. Em 2000, eles representavam 15,4% da população. Em 2010, chegaram a 22,2%, um aumento de cerca de 16 milhões de pessoas (de 26,2 milhões para 42,3 milhões). Em 1991, este percentual era de 9,0% e em 1980, 6,6%.
Em quase todos os sites, a outra notícia de capa era sobre a pesquisa de aprovação popular de Dilma e seu governo. Aí os números também era impactantes. O governo de Dilma tem 59% de aprovação, nível maior do que se comparado a segunda pesquisa CNI/Ibope feita no segundo ano de governo do primeiro mandato de Lula e FHC. Nessa base de comparação, Lula teve, em junho de 2004, 29% de aprovação, enquanto FHC conseguiu 35% em maio de 1996.
A confiança também é maior em Dilma do que foi em Lula e FHC. Na pesquisa divulgada hoje, 72% dos entrevistados afirmaram confiar na presidente. Em junho de 2004, Lula registrou 54%, enquanto FHC teve 53% em maio de 1996.
A aprovação da maneira de governar da presidente atingiu o maior patamar da história, superando seu antecessor mais popular. Em junho deste ano, Dilma manteve a alta histórica de 77%, enquanto o maior nível atingido por Lula foi de 75%. No entanto, a aprovação de Lula na mesma base de comparação (2ª pesquisa do segundo ano do primeiro mandato) ficou em 51% em junho de 2004. FHC conseguiu, em maio de 1996, 54%.
Qual a diferença entre Dilma e a Igreja;; Uma só: a opção pelos pobres. Não por acaso o Rio de Janeiro, lugar onde a opção pelos pobres foi renegada e excluída do vocabulário eclesial oficial, é o lugar onde o índice de católicos continua a cair vertiginosamente.
Interessante seria fazer um estudo por região e averiguar a relação concreta entre a postura da Igreja frente aos problemas dos pobres e a permanência na Igreja. Esperamos que algum sociólogo com tempo e condições possa fazer isso.
Enquanto isso, o governo Dilma com suas ações concretas em favor dos preferidos de Jesus, continua surfando em popularidade.