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Sobre Vanildo Luiz Zugno

Espaço para publicação de textos teológicos e áreas afins. Aberto a todos aqueles e aquelas que desejam compartilhar suas reflexões e experiências teológicas e religiosas.

Desigualdade no Brasil diminui com queda expressiva no Nordeste

Marcus Vinicius Pinto
Direto de Rio de Janeiro

A desigualdade econômica e social do Brasil segue em queda livre e a tendência, de acordo com a pesquisa “De Volta ao País do Futuro” divulgada hoje pelo Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV), é que ela siga caindo nos próximos anos.

O País segue uma tendência inversa a de China, Índia e países europeus, que passaram por uma grave crise desde o ano passado. “O Brasil vem diminuindo a desigualdade nos últimos 11 anos de forma notável”, afirmou o economista Marcelo Néri, coordenador da pesquisa e que considera o investimento em educação um dos fatores mais importantes para esse resultado.

A queda da desigualdade no Brasil cresce num ritmo três vezes superior à meta do milênio da Organização das nações Unidas (ONU), que é de reduzir a pobreza em 25 anos, conforme a pesquisa. Além disso, a renda média per capita do brasileiro cresceu 2,7% desde 2002, diz a publicação. “Estavam apostando que a queda de desigualdade daria uma parada, mas a verdade é que segue descendo”. O fator que demonstra essa queda é o crescimento da classe C, que deve englobar cerca de 60% da população em 2014, chegando a 118 milhões de pessoas, enquanto em 2003, a classe C representava apenas 65,8 milhões de pessoas.

Essa nova classe C, segundo a pesquisa, é mais sustentável e tem menos de dois filhos em média. Se compararmos com a década de 60, o número médio de filhos era superior a seis, conforme a publicação. Agora a classe C está mais preocupada com a educação desses filhos e com o emprego formal. A pesquisa ainda ressalta que o crescimento do Nordeste, de cerca de 42% de 2003 até 2011, vem sendo fundamental para o País. “No Nordeste há uma população gigantesca pronta para dar o salto da classe D para a C”, explica o economista, que compara, por exemplo, o Nordeste com o Sudeste, que no mesmo período cresceu apenas 16%.

De 2003 a 2011, 40 milhões de pessoas em todo o Brasil saíram da classe D e E e chegaram a classe C. “É quase a população da Espanha” comenta. Para o pesquisador, essa nova classe C, que deve chegar aos 118 milhões de pessoas em 2014, começa a ser decisiva em eleições. E também marca diferenças quando se trata de mercado consumidor. “Foi essa classe quem decidiu a última eleição presidencial e que chama a atenção dos políticos a partir de agora. E é uma classe com maior poder de compra que as classes A e B”, afirma.

Ainda assim, são as classes A e B que devem registrar o maior crescimento de 2011 até 2014, de cerca de 30%, enquanto a classe C deve crescer cerca de 11%. Em 20 anos, a população mais rica do Brasil cresceu três vezes, enquanto a população pertencente às classes D e E, caiu quase um 50%. “Mas a pobreza ainda vai continuar a existir, infelizmente” alerta.

Mesmo com todas essas boas notícias, o Brasil ainda é um dos países com maiores índices de desigualdade do mundo. Segundo a pesquisa, a alta desigualdade ainda permite que o número continue caindo por alguns anos. A tendência da desigualdade no mundo, de acordo com Marcelo Néri, é explodir, como na China, na Índia e na África do Sul. “O Brasil está provando que está bem, mesmo em meio a chuvas e trovoadas, e que o brasileiro já aprendeu a se virar em época de crise”, disse Marcelo Néri, fazendo referência à crise europeia de 2011, que, segundo a pesquisa, não atingiu o Brasil.

Milton Schwantes

Todos os que, nas últimas décadas, vivemos no Brasil e em toda a América Latina, a experiência do ensaio de construção de uma Igreja a serviço do Reino, tivemos como referência bíblia e cristã a reflexão e o testemunho do Pastor e Professor Milton Schwantes. Ele acaba de falecer e deixa em todos nós saudades e desafios. Solidários com ele, sua família, a comunidade luterana e todos e todas que se sentem irmanados no caminho de Jesus, rezamos na certeza da ressurreição.
Abaixo um vídeo onde ele nos fala de sua experiência de Deus.

Itália vai cancelar isenção tributária da Igreja Católica

DA REUTERS, EM ROMA
O governo italiano anunciou nesta sexta-feira medidas destinadas a acabar com as isenções tributárias para propriedades comerciais pertencentes à Igreja Católica, o que deve resultar numa arrecadação adicional de até 600 milhões.
O primeiro-ministro italiano, Mario Monti, incluiu essa medida, que afeta também outras organizações não-lucrativas, em um pacote mais amplo de desregulamentação que atualmente tramita no Parlamento da Itália.
A Igreja é dona de muitos hospitais, hotéis e pensões, que gozam de isenção tributária por serem parcialmente ocupados por freiras e padres, ou por terem uma capela. A nova lei elimina essa brecha, que isentava de impostos muitos estabelecimentos predominantemente comerciais.
Em dezembro, Monti pediu aos italianos que fizessem sacrifícios para salvar o país da crise da dívida na zona do euro. Em 48 horas depois da aprovação do pacote, mais de 130 mil pessoas aderiram a uma petição pela Internet exigindo o fim dos privilégios tributários para a Igreja.
O pacote deve ser votado na semana que vem pelo Senado e deverá, depois, seguir para a Câmara.

Mais um pergunta…

Proteger a mala com plástico custa trinta reais no Aeroporto Salgado Filho de Porto Alegre. Algo em torno a doze dólares. O mesmo serviço no Aeroporto de Santo Domingos custa a metade disso: trezentos pesos, algo em torno a sete dólares! Por que tanta diferença de preço num mundo globalizado? A culpa de tamanha diferença não pode ser dos impostos ou do custa da mão de obra. Não daria prá tanto… Certamente há gente ganhando com isso. E muito!
Uma outra pergunta: por que será que o “Sanduiche do Chef” (um cacetinho com queijo, apresuntado e margarina) que a Gol vende nos vôos nacionais custa doze reais? Talvez seja pela altura em que é vendido… E, pasmen!, um refrigerante custa cinco reais!… Aliás, só falta a Gol começar a cobrar pelos suspiros mais profundos dos passageiros que consomem mais ar a bordo. O negócio é buscar vôos em outras empresas aéreais. Não tem outra saída…

Carnaval não é coisa de brasileiro…

 Em enquete sobre a relação com o carnaval feita pelo site Correio do Povo (www.cpovo.net) mostrava no dia 18 deste mês o resultado abaixo. Como se vê, carnaval não é coisa de brasileiro…

 Opinião > Resultado da enquete

Qual a sua programação para o Carnaval?
Virar folião até a Quarta-feira de Cinzas

3,47 %

70 Votos
Assistir aos desfiles pela TV

4,16 %

84 Votos
Descansar com a família

20,51 %

414 Votos
Detesto Carnaval.Fujo de tudo

71,87 %

1451 Votos