Mortalidade infantil do País pode atingir meta da ONU em 5 anos

A taxa de mortalidade infantil manteve queda no Brasil nos últimos dez anos. Conforme os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2009 os óbitos foram de 22,47 para mil nascimentos. Caso o País consiga manter a queda nos índices, o Brasil irá atingir a meta do milênio estabelecida pela ONU em cinco anos.

Em 2000, 30,07 crianças morriam a cada mil nascimentos. Conforme o cálculo baseado nos dados do IBGE. Em 10 anos, o Brasil conseguiu diminuir 25% da taxa registrada.

Os dados do instituto também mostraram que o perfil desse índice mudou ao longo das décadas. Por volta de 1980, os óbitos ocorridos entre o nascimento e o primeiro mês de vida, eram menores em relação aos óbitos pós-neonatais, aqueles ocorridos de um mês até um ano de vida.

De acordo com Juarez de Castro Oliveira, gerente da Coordenação de População e de Indicadores Sociais do IBGE, a diminuição do percentual de óbitos pós-neonatais é indicativo de uma melhoria dos serviços sociais, como aleitamento materno, acompanhamento de gestantes e recém-nascidos, além de relativa expansão do saneamento básico.

“A tendência de países desenvolvidos é que a taxa de óbitos neonatais seja maior do que a de óbitos pós-neonatais”, explicou.

Apesar da boa notícia, o Brasil continua atrás de países latinos vizinhos, como Colômbia, Venezuela, México, Argentina e Uruguai.

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