Arquivo mensal: dezembro 2010

Kaká e mulher rompem com a Igreja Renascer, diz revista

 . Foto: AgNews

Caroline disse à revista que o tempo dela na Renascer “acabou” e que pode afirmar é que sua “busca constante é somente por Deus”. Ela não quis explicar os motivos da decisão. Ainda segundo a reportagem, Kaká ligou pessoalmente para Estvam Hernandes para confirmar o desligamento, alegando “motivos pessoais” para o rompimento.

Polêmicas
A Renascer está envolvida em diversas polêmicas. No ano passado, a Justiça Federal em São Paulo condenou Estevam e Sonia Hernandes a quatro anos de prisão pelo crime de evasão de divisas. Em janeiro de 2007, eles chegam a Miami, nos EUA, com cerca de US$ 56 mil escondidos em uma bolsa, foram presos e condenados pela Justiça americana. Em janeiro de 2009, o teto da antiga sede da igreja em São Paulo desabou, deixando sete mortos. Nestas ocasiões, Kaká sempre manifestou publicamente apoio ao casal fundador da Renascer.

Menino Jesus era traquinas e até fazia malvadezas, mostra livro de padre

Livro de franciscano mostra um Jesus travesso na infância

Um menino Jesus traquinas, que subia nos telhados, quebrava os cântaros alheios, brincava com leõezinhos, apaziguava dragões, transformava crianças em carneiros e, vez ou outra, fazia também malvadezas. Zangado, podia amaldiçoar e punir com a morte quem lhe enfrentasse. Outras vezes, para tirar uma história a limpo e provar que não tinha culpa de uma morte casual, ressuscitava mortos para que contassem o que aconteceu, depois os mandava dormir o sono eterno outra vez.

Em “Infância Apócrifa do Menino Jesus: histórias de ternura e de travessuras” (Vozes), o padre franciscano Jacir de Freitas Faria pesquisou em textos antigos, chamados de evangelhos apócrifos, ou seja, que não entraram na lista oficial para a Bíblia, e descobriu que Cristo foi uma criança sábia, inteligente, obediente aos pais, mas também muito peralta. Segundo ele, todos os textos pesquisados convergem para um mesmo ponto: “demonstrar o poder do Menino Jesus, sua divindade e sua humanidade”.

Segundo os evangelhos apócrifos, Jesus foi concebido, através do Espírito Santo, no dia 6 de abril, numa terça-feira, às 15h. Ainda bebê, já era capaz de fazer milagres. Tocar nele ou nas suas fraldas era cura certa para todos os males e um expulsa demônios. A água de seu banho livrava leprosos da enfermidade. No colo de uma muda, ela voltou a falar. Onde ele chegou, ladrões e demônios fugiram e animais ferozes se converteram em mansos. O povo, ao ver tais eventos, dizia: “eles não podem ser simples mortais”.

Já maior, costumava brincar com amiguinhos. Certa feita, nas terras de Moab, um deles subiu no muro do terraço e caiu de lá, bateu a cabeça numa pedra e morreu. Por medo do castigo dos pais, as outras crianças culparam o pequeno estrangeiro, Jesus, dizendo que ele tinha empurrado o menino de cima do muro. Interrogado, Jesus tentou explicar o acontecido, mas as testemunhas o incriminavam. Aborrecido, ele, então, ressuscitou o morto e lhe ordenou que contasse a verdade. Depois, mandou que voltasse ao mundo dos mortos outra vez.

Outra vez, de novo com amiguinhos, brincava de fazer laguinhos interligados à beira do rio Jordão quando um dos meninos fechou a entrada da água para os canais. “Ai de ti, filho de morte, filho de Satanás. Ousas destruir o que eu fiz?”, disse Jesus. Naquele instante, o menino caiu morto. Aflitos com a repercussão do caso, José e Maria pediram ao filho que não usasse sua força divina dessa forma. Então, para não entristecer a mãe, ele ordenou que o menino ressuscitasse. E assim foi.

A lista de histórias é de assombrar. Segundo padre Jacir, apesar dos textos apócrifos, jamais poderemos afirmar com certeza como foi a infância de Jesus. Afinal, esses relatos foram escritos no auge de disputas teológicas sobre a divindade e a humanidade de Jesus. E, para muita gente, “são pura fantasia”. Mas, para o padre, eles têm o grande mérito de dar uma infância a Jesus e de mostrar que ele foi um menino igual aos outros. Ou seja, apesar sua divindade, fazia traquinagens e precisava, vez ou outra, do velho puxão de orelha dos pais.

Mortalidade infantil do País pode atingir meta da ONU em 5 anos

A taxa de mortalidade infantil manteve queda no Brasil nos últimos dez anos. Conforme os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2009 os óbitos foram de 22,47 para mil nascimentos. Caso o País consiga manter a queda nos índices, o Brasil irá atingir a meta do milênio estabelecida pela ONU em cinco anos.

Em 2000, 30,07 crianças morriam a cada mil nascimentos. Conforme o cálculo baseado nos dados do IBGE. Em 10 anos, o Brasil conseguiu diminuir 25% da taxa registrada.

Os dados do instituto também mostraram que o perfil desse índice mudou ao longo das décadas. Por volta de 1980, os óbitos ocorridos entre o nascimento e o primeiro mês de vida, eram menores em relação aos óbitos pós-neonatais, aqueles ocorridos de um mês até um ano de vida.

De acordo com Juarez de Castro Oliveira, gerente da Coordenação de População e de Indicadores Sociais do IBGE, a diminuição do percentual de óbitos pós-neonatais é indicativo de uma melhoria dos serviços sociais, como aleitamento materno, acompanhamento de gestantes e recém-nascidos, além de relativa expansão do saneamento básico.

“A tendência de países desenvolvidos é que a taxa de óbitos neonatais seja maior do que a de óbitos pós-neonatais”, explicou.

Apesar da boa notícia, o Brasil continua atrás de países latinos vizinhos, como Colômbia, Venezuela, México, Argentina e Uruguai.