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Especialistas dos EUA aprovam medicamento para prevenção do HIV

Truvada (Getty/Arquivo) 
O Truvada já usado no tratamento de portadores do HIV nos EUA desde 2004. Um comitê de especialistas em saúde dos Estados Unidos apoiou, pela primeira vez, um medicamento para evitar a contaminação pelo vírus HIV.
O Comitê Consultivo sobre Drogas Antivirais, que aconselha a Agência Americana de Drogas e Alimentos (FDA, na sigla em inglês), aprovou o uso do Truvada, um comprimido de uso diário que deve ser usado por pessoas não infectadas que estariam correndo risco maior de contrair o vírus da Aids.

Leia no linl abaixo reportagem a íntegra da reportagem:
BBC Brasil – Notícias – Especialistas dos EUA aprovam medicamento para prevenção do HIV

Andrés Torres Queiruga

“O núcleo mais vivo e fundamental da minha teologia se move sempre entre dois polos: ‘repensar’ os conceitos da teologia, a partir do reconhecimento da autonomia das criaturas, e ‘recuperar’ a experiência original, tornando patente a sua relação constitutiva com Deus. A ‘reformulação’ é uma consequência”.

Para o teólogo, “notificado” pela Comissão para a Doutrina da Fé da Conferência Episcopal Espanhola, a fraternidade cristã é muito mais profunda e poderosa do que as discrepâncias teológicas internas.
Confira no site do IHU-UNISINOS a íntegra de entrevista concedida por Andrés Torres Queiruga: ”Eu pedi o diálogo”. Entrevista com Andrés Torres Queiruga

Professores e professoras em estresse

Pesquisa coordenada pela Profa. Dra. Janine Kieling Monteiro da UNISINOS revela que mais da metade dos professores e professoras do Ensino Privado no Rio Grande do Sul (em todos os níveis) apresenta manifestaçoes de cansaço e estresse. O quadro preocupa, em primeiro lugar, pelas condições de trabalho e qualidade de vida dos profissionais da edução. Mas também preocupa porque, sem terem condições de saúde razoáveis, estes profissionais dificilmente poderão cumprir sua missão de educar com qualidade as novas gerações de estudantes.

Se este é o quadro no Ensino Privado, imagine-se o que poderá estar acontecendo no Ensino Público.
Os resultados da pesquisa podem ser baixados em formato .pdf no Site do Sindicato dos Professores do Ensino Privado do Rio Grande do Sul.

Nicolau Vergueiro: Cidade Inclusiva.

Nada melhor do que uma viagem para nos mostrar novas realidades. Neste feriado do Dia do Trabalhador, apesar da chuva e do frio, aproveitei para uma viagem na Região de Soledade ou, como preferem moradores locais, ao alto da Serra do Botucaraí. Linda paisagem, boa acolhida, comida extraordinária. Além das pedras e outros atrativos, é claro.
Depois de passar uma noite à beira da Barragem de Ernestina, no domingo pela manhã decidimos ir a Nicolau Vergueiro. O acesso mais próximo é pela Balsa. Estranho, mas, em pleno século XXI, para se chegar a alguams cidades do interior, o caminho mais curto é a balsa… Depois da ingrata surpresa de ter que pagar R$ 8,00 para cruzar um braço da represa de não mais de 30 metros, uma grata surpresa: apesar de ser uma cidadezinha encravada num recôndito rincão entre Soledade e Passo Fundo, o preconceito parece ter deixado a cidade de Nicolau Vergueiro e seus 1.800 habitantes. Ainda dentro da Balsa, um adesivo afixado no local onde são guardados os jalecos salva-vidas avisa: “em caso de necessidade, abra o armário”!
P.S.: para quem está habituado à língua espanhola, a história é ainda mais interessante…

Desafiando preconceito, cresce número de igrejas inclusivas no Brasil

Missa na Igreja Cristã Metropolitana  Foto BBC Brasil

Igrejas voltadas predominantemente para público gay somam hoje cerca de 10 mil fiéis
Encaradas pelas minorias como um refúgio para a livre prática da fé, as igrejas “inclusivas” – voltadas predominantemente para o público gay – vêm crescendo a um ritmo acelerado no Brasil, à revelia da oposição de alas religiosas mais conservadoras.

Estimativas feitas por especialistas a pedido da BBC Brasil indicam que já existem pelo menos dez diferentes congregações de igrejas “gay-friendly” no Brasil, com mais de 40 missões e delegações espalhadas pelo país.
Concentradas, principalmente, no eixo Rio de Janeiro-São Paulo, elas somam em torno de 10 mil fiéis, ou 0,005% da população brasileira. A maioria dos membros (70%) é composta por homens, incluindo solteiros e casais, de diferentes níveis sociais. O número ainda é baixo se comparado à quantidade de católicos e evangélicos, as duas principais religiões do país, que, em 2009, respondiam por 68,43% e 20,23% da população brasileira, respectivamente, segundo um estudo publicado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.
O crescimento das igrejas inclusivas ganhou força com o surgimento de políticas de combate à homofobia, ao passo que o preconceito também diminuiu, alegam especialistas.
Hoje, segundo o IBGE, há 60 mil casais homossexuais no Brasil. Para grupos militantes, o número de gays é estimado entre 6 a 10 milhões de pessoas.
Segundo a pesquisadora Fátima Weiss, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que mapeia o setor desde 2008, havia apenas uma única igreja inclusiva com sede fixa no Brasil dez anos atrás.
“Com um discurso que prega a tolerância, essas igrejas permitem a manifestação da fé na tradição cristã independente da orientação sexual”, disse Weiss à BBC Brasil.
O número de frequentadores dessas igrejas – que são abertas a fiéis de qualquer orientação sexual – acompanhou também a emancipação das congregações. Se, há dez anos, os fiéis totalizavam menos de 500 pessoas; hoje, já são quase 10 mil – número que, segundo os fundadores dessas igrejas, deve dobrar nos próximos cinco anos.

Resistência

As igrejas inclusivas ainda enfrentam forte resistência das comunidades católicas e evangélicas. Embora a maior parte delas siga a tradição cristã – pregando, inclusive, o celibato antes do casamento e a monogamia após o matrimônio – ainda não são reconhecidas oficialmente por nenhum desses dois grupos.
Não raro, em igrejas tradicionais, os homossexuais são obrigados a esconder sua opção sexual. Descobertos, acabam sendo expulsos – ou, eventualmente, submetidos a tratamentos de “conversão” para se tornarem heterossexuais.
“Segundo a Bíblia, homossexualidade é pecado. Na igreja evangélica, gay só entra caso queira se converter e, para isso, tem de se tornar heterossexual. É uma regra de Deus”, disse à BBC Brasil Silas Malafaia, fundador de uma das principais igrejas evangélicas do Brasil, a Assembleia de Deus – Vitória em Cristo.
“Tenho vários casos de ex-gays na minha igreja. Trata-se de um desvio de comportamento; afinal, gays têm a mesma ordem cromossômica que nós, heterossexuais. Depende deles, portanto, mudar sua opção sexual para serem aceitos na nossa comunidade”, acrescenta.
A pernambucana Lanna Holder, de 37 anos, acreditava poder “curar” a atração que sentia por mulheres que, segundo ela, vinha “desde a infância”. Usuária de drogas e alcoólatra, Lanna converteu-se a uma igreja evangélica aos 21 anos, passando a fazer pregações no interior do Brasil.

Lanna Holder (de joelhos) celebra culto junto com sua companheira, Rosania Rocha (de pé) / Foto: Divulgação

Após ser expulsa de igreja, Lanna Holder decidiu criar nova congregação

“Enquanto todas as meninas brincavam de boneca, eu soltava pipa e jogava futebol”, lembra ela à BBC Brasil.
Lanna tornou-se uma das principais pregadoras da igreja Assembleia de Deus, a mais importante do ramo pentecostal no Brasil. Casou-se aos 24 anos e, dois anos depois, teve um filho.
Mas durante uma viagem aos Estados Unidos em 2002, conheceu outra pregadora, Rosania Rocha, brasileira que cantava no coral de uma filial da igreja em Boston. Um ano depois, elas tiveram um caso amoroso às escondidas e acabaram expulsas da comunidade.
De volta ao Brasil em 2007, Lanna teve a ideia de criar uma igreja voltada predominantemente para homossexuais que, como ela, não ganharam acolhida em outra vertente religiosa. Ela montou a “Comunidade Cidade Refúgio”, no centro de São Paulo.
De reuniões pequenas, com apenas 15 pessoas, a igreja possui hoje 300 fiéis e planeja abrir uma filial em Londrina, no Paraná, até o fim deste ano.

Origem

O embrião das igrejas inclusivas começou a surgir no Brasil na década de 90, em pequenas reuniões feitas normalmente sob sigilo.
Nos Estados Unidos, entretanto, elas já existem há pelo menos quatro décadas, praticando o que chamam de “teologia inclusiva”, com um discurso aberto à diversidade.
Um das pioneiras foi a Igreja da Comunidade Metropolitana (ou Metropolitan Church), a primeira a ter sede própria no Brasil, em 2002.

Igreja na China

No link abaixo, pode-se ter acesso na íntegra a um texto do Botem de Informação Vaticana sobre a situação da Igreja na China. Dentre os muitos pontos destacados, chamou-nos especial atenção o seguinte:
“A propósito de la situación específica de la Iglesia en China, se ha notado que persiste la pretensión de los organismos llamados <> de ponerse por encima de la autoridad de los obispos y de guiar la vida de la comunidad eclesial. Al respecto, restan actuales y sirven de orientación las indicaciones ofrecidas en la mencionada Carta del Papa Benedicto XVI (cfr n.7), y es importante atenerse a ellas para que el rostro de la Iglesia brille con claridad en medio del noble pueblo chino”.
“Esta claridad ha sido ofuscada por los eclesiásticos que han recibido ilegítimamente la ordenación episcopal, y por los obispos ilegítimos que han realizado actos de jurisdicción o sacramentales, usurpando un poder que la Iglesia no les ha conferido. En los días pasados, algunos de ellos han participado en consagraciones episcopales autorizadas por la Iglesia. Los comportamientos de estos obispos, además de agravar su posición canónica, han turbado a los fieles y a menudo han forzado la conciencia de los sacerdotes y los fieles afectados”.
“Además, esa claridad ha sido ofuscada por los obispos legítimos que han participado en ordenaciones episcopales ilegítimas. Muchos de ellos han aclarado su posición y han pedido perdón, y el Santo Padre les ha perdonado benévolamente. Otros, en cambio, todavía no han dado explicaciones, y por tanto se les anima a actuar cuanto antes en tal sentido”.
Como pode-se notar, o Vaticano não entende e reprende a participação de bispos reconhecidos por Roma em ordenações não Roma não autorizadas e a participação de bispos ordenados sem autorização por Roma em ordenações autorizadas por Roma. O mesmo diz-se dos sacerdotes.
Visto com outros olhos, nota-se que, para os católicos chineses, a autoridade de Roma não conta muito… Eles, os chineses,parecem não fazer muita distinção entre o autorizado e o não-autorizado por Roma! Ou seja, entre a Igreja CAtólica Romana e a Igreja chinesa. E isso confunde Roma…
Acho que é um tema interessante de ser acompanhado nos próximos decênios.

Hotmail – zugno1965@hotmail.com