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Vaticano apresenta 1º volume da obra completa de Bento XVI em alemão

O Vaticano apresentou nesta quarta-feira (22) o primeiro volume em alemão da “Opera Omnia” (coletânea com toda a obra) do papa Bento XVI, “uma obra teológica que sem dúvida está entre as mais importantes dos séculos XX e XXI”, afirmou o bispo de Regensburg (Alemanha), Gerhard Ludwig Müller.

Müller, que apresentou a obra, disse que Bento XVI é um “dos grandes teólogos que ocuparam a poltrona de Pedro (ocupada pelos papas)” e que ao longo de sua atividade acadêmica como professor de Teologia Fundamental e Dogmática elaborou “com autonomia um dos mais importantes estudos teológicos dos séculos XX e XXI”.Ratzinger lecionou nas universidades de Frisinga, Bonn, Munster, Tübingen e Regensburg. Nesta última, foi professor desde 1969 até 1977, quando foi nomeado arcebispo de Munique.

Bento XVI é ligado a Regensburg também por motivos familiares. Seus pais -Josef e Maria- e sua irmã Maria estão enterrados ali e ele tem uma casa no bairro de Pentling.

Durante sua viagem à Baviera, em 2006, o papa visitou a universidade de Regensburg e ali deu a famosa aula magna, na qual falava de Maomé, considerada “ofensiva” pelo mundo islâmico e que suscitou ira dos muçulmanos.

O motivo foi a citação que fez do diálogo entre o imperador bizantino Manuel II Paleólogo e um erudito persa, no qual o líder dizia que “Maomé não tinha trazido nada novo, exceto a ordem de estender a fé pela espada”, pôs em pé de guerra o mundo muçulmano.

O bispo de Regensburg disse que essa aula magna “marcou um momento mágico na história universitária não só alemã” e que na mesma o papa ressaltou mais uma vez a “íntima conexão entre fé e razão”.

O bispo Müller manifestou que Regensburg recolherá e tutelará toda a obra de Ratzinger e que esta cidade será a sede do Instituto Bento XVI.

Müller precisou que o papa lhe encarregou pessoalmente a publicação da coleção de escritos.

A Opera Omnia se compõe de 16 tomos. Começa com a tese de licenciatura de Joseph Ratzinger sobre “A doutrina agostiniana da Igreja” e com outros escritos sobre o santo que mais lhe marcou.

O segundo tomo recolhe os escritos do pontífice sobre São Boaventura.

O terceiro, partindo da conferência que Ratzinger deu em Bonn em 1959 sobre “O Deus da fé e o Deus dos filósofos”, inclui todos os textos sobre fé e razão e suas reflexões sobre os fundamentos históricos-ideais da Europa.

O quarto tomo parte da Introdução ao Cristianismo (1968) e reúne outros sobre fé, batismo e conversão.

O quinto ao décimo segundo contém textos sobre teologia sistemática.

O quinto reúne os textos sobre a Doutrina da Criação, Antropologia e Doutrina da Graça; o sexto parte do livro Jesus de Nazaré e recolhe todos os estudos de argumento cristão.

O sétimo inclui textos da fase preparatória do Concílio Vaticano II e o oitavo, sobre ecumenismo e outros escritos eclesiásticos.

O nono recolhe os textos de Ratzinger em matéria de Gnose Teológica e Hermenêutica, assim como seus estudos sobre Escrituras, Revelação e Tradição.

O décimo tomo é aberto com “Escatologia” (1977), único manual dogmático teológico de Ratzinger até agora publicado.

O décimo primeiro inclui a Teologia da Liturgia e o décimo segundo recolhe textos sobre os sacramentos e serviço espiritual.

O décimo terceiro recolhe as numerosas entrevistas de Joseph Ratzinger; o décimo quarto, as homilias.

O décimo quinto parte da autobiografia “Minha vida” e inclui outros textos de caráter biográfico e o último, uma bibliografia completa das obras do papa em idioma alemão.

A “Opera Omnia” será publicada na Alemanha pela editora Herder Verlag. A Livraria Vaticana, que tem direito exclusivo sobre as obras papais, publicará a coletânea nos demais idiomas.

Vaticano apresenta 1º volume da obra completa de Bento XVI em alemão

O Vaticano apresentou nesta quarta-feira (22) o primeiro volume em alemão da “Opera Omnia” (coletânea com toda a obra) do papa Bento XVI, “uma obra teológica que sem dúvida está entre as mais importantes dos séculos XX e XXI”, afirmou o bispo de Regensburg (Alemanha), Gerhard Ludwig Müller.

Müller, que apresentou a obra, disse que Bento XVI é um “dos grandes teólogos que ocuparam a poltrona de Pedro (ocupada pelos papas)” e que ao longo de sua atividade acadêmica como professor de Teologia Fundamental e Dogmática elaborou “com autonomia um dos mais importantes estudos teológicos dos séculos XX e XXI”.Ratzinger lecionou nas universidades de Frisinga, Bonn, Munster, Tübingen e Regensburg. Nesta última, foi professor desde 1969 até 1977, quando foi nomeado arcebispo de Munique.

Bento XVI é ligado a Regensburg também por motivos familiares. Seus pais -Josef e Maria- e sua irmã Maria estão enterrados ali e ele tem uma casa no bairro de Pentling.

Durante sua viagem à Baviera, em 2006, o papa visitou a universidade de Regensburg e ali deu a famosa aula magna, na qual falava de Maomé, considerada “ofensiva” pelo mundo islâmico e que suscitou ira dos muçulmanos.

O motivo foi a citação que fez do diálogo entre o imperador bizantino Manuel II Paleólogo e um erudito persa, no qual o líder dizia que “Maomé não tinha trazido nada novo, exceto a ordem de estender a fé pela espada”, pôs em pé de guerra o mundo muçulmano.

O bispo de Regensburg disse que essa aula magna “marcou um momento mágico na história universitária não só alemã” e que na mesma o papa ressaltou mais uma vez a “íntima conexão entre fé e razão”.

O bispo Müller manifestou que Regensburg recolherá e tutelará toda a obra de Ratzinger e que esta cidade será a sede do Instituto Bento XVI.

Müller precisou que o papa lhe encarregou pessoalmente a publicação da coleção de escritos.

A Opera Omnia se compõe de 16 tomos. Começa com a tese de licenciatura de Joseph Ratzinger sobre “A doutrina agostiniana da Igreja” e com outros escritos sobre o santo que mais lhe marcou.

O segundo tomo recolhe os escritos do pontífice sobre São Boaventura.

O terceiro, partindo da conferência que Ratzinger deu em Bonn em 1959 sobre “O Deus da fé e o Deus dos filósofos”, inclui todos os textos sobre fé e razão e suas reflexões sobre os fundamentos históricos-ideais da Europa.

O quarto tomo parte da Introdução ao Cristianismo (1968) e reúne outros sobre fé, batismo e conversão.

O quinto ao décimo segundo contém textos sobre teologia sistemática.

O quinto reúne os textos sobre a Doutrina da Criação, Antropologia e Doutrina da Graça; o sexto parte do livro Jesus de Nazaré e recolhe todos os estudos de argumento cristão.

O sétimo inclui textos da fase preparatória do Concílio Vaticano II e o oitavo, sobre ecumenismo e outros escritos eclesiásticos.

O nono recolhe os textos de Ratzinger em matéria de Gnose Teológica e Hermenêutica, assim como seus estudos sobre Escrituras, Revelação e Tradição.

O décimo tomo é aberto com “Escatologia” (1977), único manual dogmático teológico de Ratzinger até agora publicado.

O décimo primeiro inclui a Teologia da Liturgia e o décimo segundo recolhe textos sobre os sacramentos e serviço espiritual.

O décimo terceiro recolhe as numerosas entrevistas de Joseph Ratzinger; o décimo quarto, as homilias.

O décimo quinto parte da autobiografia “Minha vida” e inclui outros textos de caráter biográfico e o último, uma bibliografia completa das obras do papa em idioma alemão.

A “Opera Omnia” será publicada na Alemanha pela editora Herder Verlag. A Livraria Vaticana, que tem direito exclusivo sobre as obras papais, publicará a coletânea nos demais idiomas.

McCain diz que "dará chicotada" em Obama no último debate presidencial

Deve ser saudades do tempo da escravidão… Se Obama fosse branco, McCain usaria a mesma linguagem???

http://bn.i.uol.com.br/0810/tecnisa/folha/01/tecnisa_180x150_clicks-helio-pelegrino.swf Os tempos de tom ameno parecem ter acabado. Um dia depois de pedir que seus partidários respeitassem Barack Obama, o candidato republicano à Casa Branca, John McCain, disse que vai dar uma “chicotada vocês sabem onde” no democrata na quarta-feira (15), quando acontece o último de três debates presidenciais.

“Nós vamos gastar muito tempo e depois que eu chicotear o você-sabe-o-que dele, nós vamos voltar aos resultados de 24 de julho”, disse McCain, em uma referência a expressão muito utilizada na língua inglesa para dizer que vai derrotar alguém, “whip his ass”.

Carlos Barria/-12out.08Reuters
Republican presidential nominee Senator John McCain (R-AZ) greets supporters as he arrives at the campaign headquarter in Arlington, Virginia October 12, 2008. REUTERS/Carlos Barria (UNITED STATES) US PRESIDENTIAL ELECTION CAMPAIGN 2008 (USA)
John McCain cumprimenta apoiadores ao chegar no seu escritório de campanha

McCain enfrentará Obama na Universidade Hofstra, em Hempstead, Nova York. O tema da noite será economia e as perguntas serão moderadas pelo jornalista Bob Schieffer, em formato similar ao do primeiro debate presidencial.

O republicano interrompeu sua agenda de campanha para fazer um discurso no domingo à sua equipe de campanha na Virgínia, na tentativa de inflar os ânimos dos funcionários e voluntários e estimular novos esforços na campanha contra o democrata Obama, diante dos cenários desanimadores das pesquisas a pouco mais de três semanas das eleições de 4 de novembro.

O senador por Arizona disse que ele e a companheira de chapa, Sarah Palin, estavam viajando por Estados muito disputados e intensificarão o esforço depois do último debate.

“Nós estamos alguns pontos atrás, OK, nacionalmente, mas nós estamos bem neste jogo”, disse o senador. “A economia nos prejudicou um pouco nas últimas duas ou três semanas, mas nos últimos dias nos vimos isso tudo virar porque eles querem experiência, eles querem conhecimento e eles querem visão. Nós daremos isso a América”.

O democrata Obama consolidou sua vantagem nas pesquisas desde que a crise financeira estourou nos Estados unidos, transferindo para as pesquisas de intenção de voto a vantagem do senador por Illinois como candidato visto pelos eleitores como o mais apto para lidar com a economia.

Reconhecendo o ponto forte do rival, McCain e Palin pareceram tentar distrair as atenções dos eleitores da crise financeira, lançando duros ataques e acusações ao democrata e questionando “quem é o real Obama”.

Palin fez campanha no sudeste de Ohio neste domingo e amenizou o tom dos ataques, mas lembrou à platéia dos comentários de Obama durante a campanha das primárias, quando afirmou que as pessoas que vivem dificuldades financeiras são amargas e se apegam às armas e religião.

Diante de sua equipe, McCain comentou ainda o fato de muitos analistas conservadores criticarem sua estratégia de campanha negativa contra Obama. Alguns republicanos influentes em Estados onde a disputa presidencial é muita acirrada criticaram o desempenho do senador nas pesquisas e a pouca influência de seus duros ataques nas intenções de voto.

Pesquisas realizadas por emissoras de televisão depois dos primeiros dois debates mostram que Obama venceu ambos, o que aumenta a pressão sobre McCain para o encontro de quarta-feira.

McCain diz que "dará chicotada" em Obama no último debate presidencial

Deve ser saudades do tempo da escravidão… Se Obama fosse branco, McCain usaria a mesma linguagem???

Os tempos de tom ameno parecem ter acabado. Um dia depois de pedir que seus partidários respeitassem Barack Obama, o candidato republicano à Casa Branca, John McCain, disse que vai dar uma “chicotada vocês sabem onde” no democrata na quarta-feira (15), quando acontece o último de três debates presidenciais.

“Nós vamos gastar muito tempo e depois que eu chicotear o você-sabe-o-que dele, nós vamos voltar aos resultados de 24 de julho”, disse McCain, em uma referência a expressão muito utilizada na língua inglesa para dizer que vai derrotar alguém, “whip his ass”.

Carlos Barria/-12out.08Reuters
Republican presidential nominee Senator John McCain (R-AZ) greets supporters as he arrives at the campaign headquarter in Arlington, Virginia October 12, 2008. REUTERS/Carlos Barria (UNITED STATES) US PRESIDENTIAL ELECTION CAMPAIGN 2008 (USA)
John McCain cumprimenta apoiadores ao chegar no seu escritório de campanha

McCain enfrentará Obama na Universidade Hofstra, em Hempstead, Nova York. O tema da noite será economia e as perguntas serão moderadas pelo jornalista Bob Schieffer, em formato similar ao do primeiro debate presidencial.

O republicano interrompeu sua agenda de campanha para fazer um discurso no domingo à sua equipe de campanha na Virgínia, na tentativa de inflar os ânimos dos funcionários e voluntários e estimular novos esforços na campanha contra o democrata Obama, diante dos cenários desanimadores das pesquisas a pouco mais de três semanas das eleições de 4 de novembro.

O senador por Arizona disse que ele e a companheira de chapa, Sarah Palin, estavam viajando por Estados muito disputados e intensificarão o esforço depois do último debate.

“Nós estamos alguns pontos atrás, OK, nacionalmente, mas nós estamos bem neste jogo”, disse o senador. “A economia nos prejudicou um pouco nas últimas duas ou três semanas, mas nos últimos dias nos vimos isso tudo virar porque eles querem experiência, eles querem conhecimento e eles querem visão. Nós daremos isso a América”.

O democrata Obama consolidou sua vantagem nas pesquisas desde que a crise financeira estourou nos Estados unidos, transferindo para as pesquisas de intenção de voto a vantagem do senador por Illinois como candidato visto pelos eleitores como o mais apto para lidar com a economia.

Reconhecendo o ponto forte do rival, McCain e Palin pareceram tentar distrair as atenções dos eleitores da crise financeira, lançando duros ataques e acusações ao democrata e questionando “quem é o real Obama”.

Palin fez campanha no sudeste de Ohio neste domingo e amenizou o tom dos ataques, mas lembrou à platéia dos comentários de Obama durante a campanha das primárias, quando afirmou que as pessoas que vivem dificuldades financeiras são amargas e se apegam às armas e religião.

Diante de sua equipe, McCain comentou ainda o fato de muitos analistas conservadores criticarem sua estratégia de campanha negativa contra Obama. Alguns republicanos influentes em Estados onde a disputa presidencial é muita acirrada criticaram o desempenho do senador nas pesquisas e a pouca influência de seus duros ataques nas intenções de voto.

Pesquisas realizadas por emissoras de televisão depois dos primeiros dois debates mostram que Obama venceu ambos, o que aumenta a pressão sobre McCain para o encontro de quarta-feira.

Montadora do Irã quer lançar ‘carro para mulheres’

Motorista iraniana
As mulheres podem dirigir carros, mas não motos no Irã

Uma montadora do Irã anunciou que está planejando lançar um modelo de carro especialmente projetado para as mulheres.

De acordo com a montadora Iran Khodro, o veículo “feminino” deve incluir, entre seus assessórios, mecanismos para ajudar a estacionar o carro, um sistema de navegação, transmissão automática e um macaco que permitirá à motorista trocar o pneu seu sujar seu chador – o tradicional vestido islâmico, que cobre quase todo o corpo.

O carro também deve ter outros recursos para facilitar a vida da motorista quando ela estiver levando compras do supermercado para casa ou levando crianças para a escola.

A Iran Khodro, que é a maior montadora iraniana, anunciou que pretende lançar o veículo em várias cores consideradas femininas, e com o interior com diversos tipos de design.

Sexismo

O anúncio sugere que um certo grau de sexismo na sociedade iraniana. O que, possivelmente, é verdade – apesar de 60% dos estudantes universitários do país serem hoje mulheres.

Um estudo recente realizado na Universidade Allameh Tabatabaii, em Teerã, revelou que a maior parte das mulheres que trabalham no Irã afirma que homens e mulheres deveriam dividir mais igualitariamente o trabalho doméstico.

Entretanto, o estudo concluiu que os maridos das mulheres pesquisadas “pensam e agem de acordo com a tradição”.

De fato, a idéia de que homens casados cozinhem para suas mulheres é vista como bastante excêntrica na sociedade iraniana.

O resultado disso, de acordo com o estudo, é que as mulheres que trabalham “são obrigadas a assumir o papel de supermulheres para resolver seus problemas ao lidar com todas suas tarefas”.

O estudo também diz que, por isso, as mulheres iranianas “se tornaram cada vez mais frustradas com suas vidas”.

Motos proibidas

Oficialmente, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, diz que o Irã é o país onde existe a maior igualdade entre os sexos do mundo.

As autoridades proclamam com orgulho as conquistas e oportunidades abertas às mulheres iranianas.

Mas o conceito de “igualdade” iraniano é bem diferente do conhecido pelas feministas do Ocidente.

As mulheres (todas, inclusive as estrangeiras que estiverem no país) são obrigadas a usar um véu cobrindo a cabeça e ainda são proibidas de dirigir motos.

Recentemente, o país também anunciou planos de criar uma bicicleta especial para mulheres. Aparentemente, a idéia é incluir nas bicicletas “coberturas” especiais para esconder as formas femininas quando elas estiverem pedalando.

Montadora do Irã quer lançar 'carro para mulheres'

Motorista iraniana
As mulheres podem dirigir carros, mas não motos no Irã

Uma montadora do Irã anunciou que está planejando lançar um modelo de carro especialmente projetado para as mulheres.

De acordo com a montadora Iran Khodro, o veículo “feminino” deve incluir, entre seus assessórios, mecanismos para ajudar a estacionar o carro, um sistema de navegação, transmissão automática e um macaco que permitirá à motorista trocar o pneu seu sujar seu chador – o tradicional vestido islâmico, que cobre quase todo o corpo.

O carro também deve ter outros recursos para facilitar a vida da motorista quando ela estiver levando compras do supermercado para casa ou levando crianças para a escola.

A Iran Khodro, que é a maior montadora iraniana, anunciou que pretende lançar o veículo em várias cores consideradas femininas, e com o interior com diversos tipos de design.

Sexismo

O anúncio sugere que um certo grau de sexismo na sociedade iraniana. O que, possivelmente, é verdade – apesar de 60% dos estudantes universitários do país serem hoje mulheres.

Um estudo recente realizado na Universidade Allameh Tabatabaii, em Teerã, revelou que a maior parte das mulheres que trabalham no Irã afirma que homens e mulheres deveriam dividir mais igualitariamente o trabalho doméstico.

Entretanto, o estudo concluiu que os maridos das mulheres pesquisadas “pensam e agem de acordo com a tradição”.

De fato, a idéia de que homens casados cozinhem para suas mulheres é vista como bastante excêntrica na sociedade iraniana.

O resultado disso, de acordo com o estudo, é que as mulheres que trabalham “são obrigadas a assumir o papel de supermulheres para resolver seus problemas ao lidar com todas suas tarefas”.

O estudo também diz que, por isso, as mulheres iranianas “se tornaram cada vez mais frustradas com suas vidas”.

Motos proibidas

Oficialmente, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, diz que o Irã é o país onde existe a maior igualdade entre os sexos do mundo.

As autoridades proclamam com orgulho as conquistas e oportunidades abertas às mulheres iranianas.

Mas o conceito de “igualdade” iraniano é bem diferente do conhecido pelas feministas do Ocidente.

As mulheres (todas, inclusive as estrangeiras que estiverem no país) são obrigadas a usar um véu cobrindo a cabeça e ainda são proibidas de dirigir motos.

Recentemente, o país também anunciou planos de criar uma bicicleta especial para mulheres. Aparentemente, a idéia é incluir nas bicicletas “coberturas” especiais para esconder as formas femininas quando elas estiverem pedalando.

Disputa impede reparos em mosteiro no Santo Sepulcro

Basílica do Santo Sepulcro (arquivo)
O mosteiro Dir El Sultan, instalado sobre o teto da Basílica do Santo Sepulcro, corre um risco imediato de desabar e causar sérios danos a um dos locais mais sagrados para a religião cristã.

Segundo o governo israelense, a disputa entre as igrejas etíope-ortodoxa e a copta-ortodoxa, pelo controle do local, impede a execução dos reparos.

De acordo com o relatório do engenheiro israelense Igal Bergman, contratado pelo igreja etíope-ortodoxa, o mosteiro Dir El Sultan “representa um risco para a vida dos monges e dos visitantes, trata-se de uma emergência, e reparos no local devem ser feitos com urgência”.

O mosteiro fica sobre o teto da Basílica do Santo Sepulcro, local onde, segundo a tradição cristã, Jesus Cristo foi crucificado e sepultado.

A Basílica, construída pela primeira vez no século 4º, é administrada por diversas correntes da religião cristã, inclusive a católica romana, a greco-ortodoxa, a etíope-ortodoxa e a copta (egípcia) ortodoxa.

Condição

A propriedade sobre o mosteiro Dir El Sultan é disputada há 200 anos pelas igrejas etíope e copta, o que dificulta a realização de trabalhos no local.

De acordo com o jornal Haaretz, o Ministério do Interior de Israel afirma que “sabe da necessidade de reparos no mosteiro desde 2004 e está disposto a arcar com as despesas da obra”.

Porém, a condição do Ministério para iniciar os trabalhos é que as igrejas cheguem a um acordo sobre a responsabilidade pelo local.

Segundo o arcebispo Mateus, chefe da igreja etíope-ortodoxa, que enviou uma carta urgente ao Ministério do Interior de Israel, exigindo a execução dos reparos, “a condição do governo israelense é inaceitável porque não reconhecemos direito algum da igreja copta no local”.

O Ministério do Interior disse ao jornal Haaretz que “qualquer intervenção ativa do governo israelense na Basílica do Santo Sepulcro, sem o acordo das duas igrejas, pode provocar uma crise entre Israel, a Etiópia e o Egito”.

O prefeito de Jerusalém, Uri Lupoliansky, afirmou que vai tentar intermediar a crise entre as duas igrejas para que seja possível realizar as reformas.

Disputa impede reparos em mosteiro no Santo Sepulcro

Basílica do Santo Sepulcro (arquivo)
O mosteiro Dir El Sultan, instalado sobre o teto da Basílica do Santo Sepulcro, corre um risco imediato de desabar e causar sérios danos a um dos locais mais sagrados para a religião cristã.

Segundo o governo israelense, a disputa entre as igrejas etíope-ortodoxa e a copta-ortodoxa, pelo controle do local, impede a execução dos reparos.

De acordo com o relatório do engenheiro israelense Igal Bergman, contratado pelo igreja etíope-ortodoxa, o mosteiro Dir El Sultan “representa um risco para a vida dos monges e dos visitantes, trata-se de uma emergência, e reparos no local devem ser feitos com urgência”.

O mosteiro fica sobre o teto da Basílica do Santo Sepulcro, local onde, segundo a tradição cristã, Jesus Cristo foi crucificado e sepultado.

A Basílica, construída pela primeira vez no século 4º, é administrada por diversas correntes da religião cristã, inclusive a católica romana, a greco-ortodoxa, a etíope-ortodoxa e a copta (egípcia) ortodoxa.

Condição

A propriedade sobre o mosteiro Dir El Sultan é disputada há 200 anos pelas igrejas etíope e copta, o que dificulta a realização de trabalhos no local.

De acordo com o jornal Haaretz, o Ministério do Interior de Israel afirma que “sabe da necessidade de reparos no mosteiro desde 2004 e está disposto a arcar com as despesas da obra”.

Porém, a condição do Ministério para iniciar os trabalhos é que as igrejas cheguem a um acordo sobre a responsabilidade pelo local.

Segundo o arcebispo Mateus, chefe da igreja etíope-ortodoxa, que enviou uma carta urgente ao Ministério do Interior de Israel, exigindo a execução dos reparos, “a condição do governo israelense é inaceitável porque não reconhecemos direito algum da igreja copta no local”.

O Ministério do Interior disse ao jornal Haaretz que “qualquer intervenção ativa do governo israelense na Basílica do Santo Sepulcro, sem o acordo das duas igrejas, pode provocar uma crise entre Israel, a Etiópia e o Egito”.

O prefeito de Jerusalém, Uri Lupoliansky, afirmou que vai tentar intermediar a crise entre as duas igrejas para que seja possível realizar as reformas.

EL DOMINGO SE INAUGURA EL SINODO SOBRE LA PALABRA DE DIOS

CIUDAD DEL VATICANO, 3 OCT 2008 (VIS).-El arzobispo Nikola Eterovic,
secretario general del Sínodo de los Obispos, informó esta mañana en la
Oficina de Prensa de la Santa Sede sobre la inminente XII Asamblea General
Ordinaria del Sínodo: "La Palabra de Dios en la vida y en la misión de la
Iglesia", que se inaugura el domingo 5 de octubre con una misa presidida por
el Papa en la basílica de San Pablo Extramuros.

El arzobispo Eterovic afirmó que "es la primera vez que un sínodo se
inaugura en otra basílica distinta a la de San Pedro. El motivo -dijo- es
obvio, dado que el sínodo se celebra durante el Año Paulino". La clausura
está prevista el 26 de octubre en la basílica vaticana.

En esta XII Asamblea, dijo, participarán 253 padres sinodales
representantes de 113 conferencias episcopales, de 13 Iglesias orientales
católicas "sui iuris", de 25 dicasterios de la Curia Romana y de la Unión de
los Superiores Generales. También asistirán 41 expertos procedentes de 21
países y 37 auditores de 26 países. Entre los expertos hay 6 mujeres y las
auditoras son 19, una más que los auditores.

El secretario general del Sínodo de los Obispos señaló que en este próximo
sínodo también participarán algunos delegados fraternos representantes de 10
Iglesias y comunidades eclesiales. Además del patriarcado ecuménico estarán
representados los patriarcados de Moscú, de Serbia y de Rumania, la Iglesia
Ortodoxa de Grecia y la Iglesia Apostólica Armenia, así como la Comunión
Anglicana, la Federación Luterana Mundial, la Iglesia de los Discípulos de
Cristo y el Consejo Mundial de Iglesias.

También asistirán a los trabajos sinodales tres invitados especiales del
Santo Padre: el Rabino jefe de Haifa, Shear Yashyv Cohen, que en la tarde
del 6 de octubre hablará a los padres sinodales sobre cómo el Pueblo Judío
lee e interpreta la Sagrada Escritura. "Es la primera vez que un rabino y
un no cristiano se dirige a los participantes en el sínodo". Los otros dos
invitados especiales son: el reverendo A. Millar Milloy, secretario general
de las "United Bible Societies" y el hermano Alois, prior de la Comunidad de
Taizé.

El 18 de octubre habrá un encuentro ecuménico: el Papa y el patriarca
ecuménico de Constantinopla, Bartolomé I, presidirán en el Aula del Sínodo
las primera vísperas del domingo XXIX del tiempo ordinario y pronunciarán un
discurso sobre el tema de la Palabra de Dios, con particular referencia al
Año Paulino. "Es la primera que el patriarca ecuménico se dirige a los
padres sinodales".

Según el reglamento del Sínodo, además de las intervenciones escritas de
los padres sinodales -cada uno dispondrá de cinco minutos-, están previstas
-como en la anterior asamblea general-, las discusiones libres, que tendrán
lugar de las 18 a las 19, es decir, al final de las congregaciones generales
vespertinas.

El secretario general del Sínodo de los Obispos indicó que también el 6 de
octubre por la tarde habrá discusión libre tras las cinco relaciones -cada
una de diez minutos- en las que cinco obispos pondrán de relieve cómo el
tema sinodal se percibe en los cinco continentes. Por último, está prevista
una intervención de unos 30 minutos sobre la recepción de la exhortación
apostólica postsinodal "Sacramentum caritatis" de Benedicto XVI, a la que
seguirá una discusión libre sobre este tema.
SE/SINODO PALABRA DIOS/ETEROVIC VIS 081003 (570)

EL DOMINGO SE INAUGURA EL SINODO SOBRE LA PALABRA DE DIOS

CIUDAD DEL VATICANO, 3 OCT 2008 (VIS).-El arzobispo Nikola Eterovic,
secretario general del Sínodo de los Obispos, informó esta mañana en la
Oficina de Prensa de la Santa Sede sobre la inminente XII Asamblea General
Ordinaria del Sínodo: "La Palabra de Dios en la vida y en la misión de la
Iglesia", que se inaugura el domingo 5 de octubre con una misa presidida por
el Papa en la basílica de San Pablo Extramuros.

El arzobispo Eterovic afirmó que "es la primera vez que un sínodo se
inaugura en otra basílica distinta a la de San Pedro. El motivo -dijo- es
obvio, dado que el sínodo se celebra durante el Año Paulino". La clausura
está prevista el 26 de octubre en la basílica vaticana.

En esta XII Asamblea, dijo, participarán 253 padres sinodales
representantes de 113 conferencias episcopales, de 13 Iglesias orientales
católicas "sui iuris", de 25 dicasterios de la Curia Romana y de la Unión de
los Superiores Generales. También asistirán 41 expertos procedentes de 21
países y 37 auditores de 26 países. Entre los expertos hay 6 mujeres y las
auditoras son 19, una más que los auditores.

El secretario general del Sínodo de los Obispos señaló que en este próximo
sínodo también participarán algunos delegados fraternos representantes de 10
Iglesias y comunidades eclesiales. Además del patriarcado ecuménico estarán
representados los patriarcados de Moscú, de Serbia y de Rumania, la Iglesia
Ortodoxa de Grecia y la Iglesia Apostólica Armenia, así como la Comunión
Anglicana, la Federación Luterana Mundial, la Iglesia de los Discípulos de
Cristo y el Consejo Mundial de Iglesias.

También asistirán a los trabajos sinodales tres invitados especiales del
Santo Padre: el Rabino jefe de Haifa, Shear Yashyv Cohen, que en la tarde
del 6 de octubre hablará a los padres sinodales sobre cómo el Pueblo Judío
lee e interpreta la Sagrada Escritura. "Es la primera vez que un rabino y
un no cristiano se dirige a los participantes en el sínodo". Los otros dos
invitados especiales son: el reverendo A. Millar Milloy, secretario general
de las "United Bible Societies" y el hermano Alois, prior de la Comunidad de
Taizé.

El 18 de octubre habrá un encuentro ecuménico: el Papa y el patriarca
ecuménico de Constantinopla, Bartolomé I, presidirán en el Aula del Sínodo
las primera vísperas del domingo XXIX del tiempo ordinario y pronunciarán un
discurso sobre el tema de la Palabra de Dios, con particular referencia al
Año Paulino. "Es la primera que el patriarca ecuménico se dirige a los
padres sinodales".

Según el reglamento del Sínodo, además de las intervenciones escritas de
los padres sinodales -cada uno dispondrá de cinco minutos-, están previstas
-como en la anterior asamblea general-, las discusiones libres, que tendrán
lugar de las 18 a las 19, es decir, al final de las congregaciones generales
vespertinas.

El secretario general del Sínodo de los Obispos indicó que también el 6 de
octubre por la tarde habrá discusión libre tras las cinco relaciones -cada
una de diez minutos- en las que cinco obispos pondrán de relieve cómo el
tema sinodal se percibe en los cinco continentes. Por último, está prevista
una intervención de unos 30 minutos sobre la recepción de la exhortación
apostólica postsinodal "Sacramentum caritatis" de Benedicto XVI, a la que
seguirá una discusión libre sobre este tema.
SE/SINODO PALABRA DIOS/ETEROVIC VIS 081003 (570)